quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Inscrevi saliva e suor
Além da sua pele molhada
Como metáfora da morte
Logo mais quando o gozo acaba

Instalei no ventre
Essa conotação de vida
E como berço forjei idas e vindas
Em longa cavalgada

Invadi seu corpo com fome
Com boca de lábios quartetos
Mordisquei o alvo
Sem travar os dentes.

Karinne Santiago



Ruslan Lobanov

3 comentários:

  1. A chama do desejo
    morde
    como o vento,
    fustiga
    a carne doce, bela e dopante…
    Fome… absoluta fome
    que precisa ser saciada!
    Lábios que escorrem,
    saboreiam-se.
    A saliva queima,
    amotinam-se meus lábios de água
    com sede de fogo!

    Beijos...
    AL

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Vamos poeticar?!