domingo, 28 de dezembro de 2014

Dos 11 anos aos...

Hoje, tudo em que acredito, guardo. Guardo como a devolver ao meu ventre um sopro de vida. Guardo para que um dia possa fazer renascer. Que nasça mais uma vez como herança. Que nasça para mim tão forte e vívido como o primeiro sonho ao imaginá-lo. Que surja tão belo quanto quando com meus olhos ingênuos e ao meu coração imaturo apontaram para o zelo. É o tempo de guardar e resguardar. Proteger. Proteger. Proteger. 

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