sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Crônica para muito além do Alentejo III

Google Imagens

Apesar de tanta sede tens a ancestralidade das correntezas. Lábios de barcos à deriva. Uma língua que desmistifica sereias. Ouvidos selados contra arroubos. Corpo atado ao mastro. Têm tantas partidas tais quais frestas de sol contra o assoalho gasto. Das sombras, veias crepitam na pele tatuando sais.

Karinne Santiago 

Um comentário:

Vamos poeticar?!