sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Sobre aquilo que não nos resta

Mira Nedyalkova


Há ausências tão permanentes
que me faltam cadeiras

Há ausências tão presentes
que me faltam conversas 

Há ausências tão estranhas
que me faltam espelhos. 


Karinne Santiago.

2 comentários:

  1. Seja, estranhas,permanetes ou presentes,ausencias fazem parte de nosso contidiano..
    Temos saber apenas administralas,pois não ha como fugir das ausencias.

    P.S: Gostei do novo layout

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  2. E as ausências muitas vezes nos preenchem... mesmo tristes e lentas e estranhas. Beijos!

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Vamos poeticar?!