domingo, 5 de janeiro de 2014

nunca dantes navegada VI

Jill Saitta


Por que tenho que ser exata?

Como pedra cheia de limo
Ou o porto sem oscilações

Descubro-me em minhas tormentas
Envaideço-me e depois me esqueço

Sou diante de mim a descontinuidade
Assim como as ondas

Posso ser das águas toda poça
Talvez, um fosso
De tão profunda e íntima de mim.


Karinne Santiago.



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