quarta-feira, 23 de janeiro de 2013




Calvin




Que o amor não seja um rosário de culpas. Ladainhas invertidas em crenças dissimuladas. É preciso não converter o amor em utopia. Em repetições com invólucros ideológicos. O amor pode ser divino quanto ao prazer. O cupido simboliza bem essa concepção numa quase desconfiguração de sentidos, mas é uma divindade de asas podadas.