terça-feira, 15 de outubro de 2013

viagens e paisagens

Catrin Welz Stein



sempre haverá descaminhos
o aceno perdido na curva
a imprecisão do tombo

mas há um rastro de sombra
que prolonga o abraço

entre o não ter
e o não ser
tem o porvir

é assim a poesia
que não descansa nunca!

Karinne Santiago

2 comentários:

  1. "mas há um rastro de sombra
    que prolonga o abraço"

    lúcido e doce poema...

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Vamos poeticar?!