segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

não sei explicar...


Tanto a chuva me pesa. Que goteio cansada
A alma se desmanchando. O cheiro da telha
Volto ao barro. Escorro pela parede.
Volto ao barro. O mais cíclico existir.

Chuva é coisa de Deus, dizem. Por que me sinto triste?
Abro a boca na tempestade. Quem sabe lavo a alma...


Karinne Santiago



2 comentários:

Vamos poeticar?!