quarta-feira, 23 de janeiro de 2013




Calvin




Que o amor não seja um rosário de culpas. Ladainhas invertidas em crenças dissimuladas. É preciso não converter o amor em utopia. Em repetições com invólucros ideológicos. O amor pode ser divino quanto ao prazer. O cupido simboliza bem essa concepção numa quase desconfiguração de sentidos, mas é uma divindade de asas podadas. 

5 comentários:

  1. A seta, entanto, voa voraz e veloz, poeta.

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  2. Voar com asas podadas
    são limites que corroem
    os que anseiam verdadeiramente
    a liberdade de escolha !!!


    Maravilhoso texto!!!!

    Beijos!!!

    Adri

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. Asas podadas são simplesmente fazer o amor acontecer...
    Beijos, Dri...infinitos...

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Vamos poeticar?!