sábado, 10 de novembro de 2012

Ao amar-te...




ao amar-te dei de variar-me
em alvoreceres e auroras
fiz-me das rosas os aromas
e recolhia-me num beijo
como o jardim em desejo

ao amar-te dei de variar-me
em negrume céu ao anoitecer
consumia-me em florescência
na cadência de luas e estrelas
inundando-me de sonhos

ao amar-te dei de variar-me
em versos e dizeres de poesia
lançando-me em romance
como sina de poeta que almeja
do sentimento a permanência


4 comentários:

  1. uau, menina. que belo, belo



    beijo, beijo

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  2. Ama-me
    Inunda-me de sonhos
    bela e nua
    vem até mim
    quero degustar tua carne
    suavemente...
    até que o prazer nos liberte
    infinitamente!

    Beijos,
    AL

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  3. Cada verso desperta seu próprio encanto.

    A poesia se manifesta doce por várias sensações.

    Grata pelo carinho!!

    Beijos!!!

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Vamos poeticar?!