quinta-feira, 14 de julho de 2011

Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente…

E só então a gente poderá amar, de novo.

( Martha Medeiros)


...Estranho... hoje tenho pesadelos com o seu olhar...todo aquele sentimento, hoje, é oco como o silêncio, lugar onde não ecoam sons, vozes, uivo, desalento...nada...nada de espécie alguma. Nem de alegria nem dor. Nem de raiva, rancor ou qualquer coisa assim que ao menos me desse algum tipo de energia...rastro de pólvora, mas cordão da bomba molhado...Te cumprimentaria por educação num aceno ligeiro...guardei tudo que ganhei numa caixa que na etiqueta não consegui escrever nada...Hoje, seu lugar é ali...lá no alto...com as malas...

Karinne Santiago

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